terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

As anêmonas-do-mar (português brasileiro) ou anémonas-do-mar (português europeu) ou actínias1 são um grupo de animais sésseis, predatórios da ordem Actinaria; elas foram nomeadas assim por causa da anêmona, uma flor terrestre. Utiliza seus tentáculos para capturar alimentos. Como cnidários, são intimamente relacionadas aos corais, águas-vivas e hidras.


Peixe-palhaço, peixe-das-anêmonas (ou Nemo) é o nome vulgar das espécies da subfamília Amphiprioninae na família Pomacentridae. Existem cerca de 27 espécies, uma das quais pertence ao gênero Premnas, pertencendo os outros ao gênero tipo Amphiprion. Deve o seu nome à forma desalinhada como nada. As espécies assim designadas são nativas de uma vasta região compreendida em águas tépidas do Pacífico, coexistindo algumas espécies em algumas dessas regiões. São famosos devido à relação ecológica de protocooperação que estabelecem com as anêmonas-do-mar ou, em alguns casos, com corais. As anêmonas providenciam-lhes abrigo, apesar dos tentáculos urticantes a que são imunes, devido à camada de muco que os reveste. O peixe-palhaço esconde-se dos predadores nas anêmonas. Na base das mesmas, botam seus ovos, assegurando a proteção de sua prole. Em retorno, os restos do alimento do peixe-palhaço são utilizados pela anêmona. Uma associação que beneficia os dois parceiros. Em geral, em cada anémona existe um "harém" que consiste em uma fêmea grande, um macho menor e outros machos não reprodutivos ainda menores. No caso de a fêmea ser removida, o macho reprodutor muda de sexo, num processo dito protandria, e o maior dos machos não reprodutivos torna-se reprodutivo. 1


caravela-portuguesa (Physalia physalis) ou barco-de-guerra-português, é uma colónia de animais do grupo dos cnidários. Tem cor azul e tentáculos cheios de células urticantes, e aparece nas águas de todas as regiões tropicais dos oceanos.


Os caudados (do latim: caudatus, com cauda), também chamados de urodelos, constituem uma ordem de anfíbios, que compreende as salamandras e os tritões, com cerca de 556 espécies. Tais animais têm o corpo alongado, patas curtas e uma cauda relativamente longa. Superficialmente assemelham-se a lagartos, dos quais podem ser distinguidos pela ausência de escamas. Os caudados têm a capacidade de regenerar os membros e a cauda se estes forem decepados. As dez famílias limitam-se quase inteiramente ao Hemisfério Norte; sua ocorrência mais meridional ocorre na parte norte da América do Sul. A América do Norte e a América Central apresentam a maior diversidade de salamandras. Os caudados têm uma pele nua e susceptível à secura. Por esse motivo, habitam zonas húmidas de florestas, perto de rios ou lagos. O seu ciclo de vida começa invariavelmente na água, mas podem depois passar a um modo de vida terrestre. Algumas espécies mantêm-se aquáticas durante toda a vida, conservando as brânquias comuns a todos os juvenis. A maioria dos caudados são animais pequenos. A maior espécie conhecida é a salamandra-gigante, natural da China e Japão, que chega a medir 1,60 m de comprimento. Os caudados hibernam durante o Inverno.


O Peixe-espada (Trichiurus lepturus) é um peixe teleósteo, perciforme, da família dos triquiurídeos, das regiões tropicais e temperadas dos oceanos. Chega a atingir até 3,5 m de comprimento, possuindo corpo alongado com a cabeça cônica e a cauda pontiaguda (semelhante a uma espada), boca prognata com fortes dentes, nadadeira dorsal inteiriça e anal com espinhos. É muito encontrado no comércio e também na pesca esportiva. Como o atum,o peixe-espada pertence ao grupo dos peixes azuis, que possuem maior quantidade de gordura ômega-3, parecida com a vegetal, de tão saudável. A carne deles também contém mais selênio do que a dos peixes brancos. O espadarte é por vezes chamado erroneamente de peixe-espada.